quinta-feira, 12 de junho de 2014

Dia da visita de estudo

Era dia de visita de estudo. Já tinha combinado com os meus amigos e estava tudo preparado para uma ótima visita de estudo. Já tínhamos sítios combinados e também já tinha decidido com quem ir no autocarro. Mas …. Quando menos esperei passou por mim uma tosse maligna. Fiquei preocupada e pensei logo que deveria ir ao medico perguntei à minha mãe e ela concordou plenamente. Então lá fomos nós a caminho do hospital. Os meus pais já preocupados com tanta espera perguntaram por mim a uma enfermeira. A enfermeira levou-os  para perto de mim para eles não se preocuparem mais. No fim de contas estava tudo bem.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Amigo

Alexandre O'Neill


Mal nos conhecemos 
Inaugurámos a palavra «amigo». 

«Amigo» é um sorriso 
De boca em boca, 
Um olhar bem limpo, 
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece, 
Um coração pronto a pulsar 
Na nossa mão! 

«Amigo» (recordam-se, vocês aí, 
Escrupulosos detritos?) 
«Amigo» é o contrário de inimigo! 

«Amigo» é o erro corrigido, 
Não o erro perseguido, explorado, 
É a verdade partilhada, praticada. 

Alexandre O'Neill«Amigo» é a solidão derrotada! 

«Amigo» é uma grande tarefa, 
Um trabalho sem fim, 
Um espaço útil, um tempo fértil, 
«Amigo» vai ser, é já uma grande festa!

Eu escolhi este poema porque valorizo bastante os meus amigos.Sei que posso confiar em cada um deles.  Podem não estar por perto sempre. Mas de certeza que sempre que precisamos deles eles estão lá para nos socorrer. Queria que eles também soubessem que também podem contar sempre comigo. Cada amigo que temos é uma confiança pura. 




O dia chocante

Estavamos sentadas
num grande rochedo,
frio e húmido.

Estava de manhã
e era verão,
decidimos apanhar sol
e ir passear o cão.

Estávamos com os meus vizinhos
quem viviam em moinhos,
só tinhas um olho, mas
a "madre" tinha cinco,
também andavam mancos.

Metemos os nossos óculos quentes
e vimos deus a descer,
vinha com dois presentes
também vinha todo contente.
Trazia um papel luminoso,
apesar do papel estar todo ranhoso,
agradecemos e ele mostrou o dente.
Com os seus anjos de guarda-costas,
ele era velho e todo branco.
mas pelo menos deu-nos uns presente.

Já estavamos usufruindo,
do piaçaba e do papel luminoso,
mas a "madre" apareceu e deu-nos a carta...
do capeta, aquele feioso.
Parecia que deus o tinha gamado,
sentou-o na cadeira todo amarrado.
Mas deus deu-nos aquilo...
e deu muito jeito.

Capeta tentou-nos capturar,
mandou-nos uma macumba e roubou-nos.

e começaram os efeitos da macumba.
o ranho começou-se a descontrolar,
e o cabelo de um lado a cair,
até fez o capeta rir.
Parececia que ele era fã da miley Cruz.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Tristeza

Tristeza é ser daltónico
Em vez de ver preto ver amarelo

Tristeza é acordar cedo é como uma dor
Saber que hoje é segunda
Amanhã terça e saber que ontem foi domingo

Tristeza é existir tanta gente sem amor
Existir gente feia, bonita e falsa
Tristeza é quando no sutiã
Só temos uma alça


Tristeza  ninguém sabe o que é
Nem eu mesma
Só quem a conhece bem ...
É a madre lesma.

quarta-feira, 19 de março de 2014

A viagem ao Brasil.

Estávamos no verão e estava muito calor. Deitei-me na minha cama e decidi ler um livro,peguei num qualquer que tinha em cima da mesa e começei a ler. Como era só para me entreter nem reparei no nome do livro. Este era de aventura,viagems, etc.
O  livro falava de um rapaz que queria fazer uma viagem ao Brasil.
Passado algum tempo fartei-me de ler e fui comer. Comecei a pensar no que o livro falava e decidi  fazer tambem uma viagem ao Brasil.Até preparar tudo ainda levava algum tempo. Tinha de arranjar os bilhetes e até lá chegar ainda ia demorar um quanto tempo.Enfim... tudo ao seu tempo. Pedi autorização aos  meus pais. Eles disseram:"Porque não vamos todos,faremos uma viagem inesquecivel".
Então lá fomos. Finalmente chegámos.Vi tantas coisas e mais algumas que até fiquei espantada. O calor em Portugal era muito mas o calor do Brasil ainda o ultrapassava.Vimos tantas coisas que até já perdi a conta, trouxe lembranças para casa, coisas que me deram e coisas que comprei só para me relembrar de onde tinha ido. Nunca tinha feito uma viagem assim.

Quadras

Era um dia muito lindo
E apeteceu-me ir passear
Levantei-me do sofá
Mas… voltei-me logo a sentar.


A vontade era tão pouca
Que fiquei deprimida
Fui ao frigorífico
E era só comida apodrecida.

“Quantos anos eu dormi?”
Fiquei logo a pensar  
Apareceu-me lá uma velha
Era a minha mãe a gritar.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Deusa das Doenças



 
Milassis era a deusa das doenças, seus pais eram Milaquis deusa da morte e Tiroquis deus do dinheiro.
Milassis estava sendo prisioneira do seu avô Ticolis, deus do tempo, era obrigada a fazer pessoas doentes e inventar doenças sem cura.
Ticolis queria governar o Olimpo e com a ajuda de Milassis isso seria possível. Ela tinha o poder de inventar doenças e das jogar a outros seres, ela também não podia tocar em ninguém porque o seu corpo era um veneno toxico.
Ela era charmosa, mas ninguém a tinha visto porque ela usava uma capa preta e usava luvas para não matar ninguém. Milassis também era muito inteligente por isso quando inventava doenças também fazia a cura.
Houve um dia que Ticolis pediu para matar Miloquis, mãe de Milassis por isso ela inventou uma doença e matou-se. Ninguém sabe a cura dessa doença e onde ela está escondida.